sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

"Vestígios da Luz" Vs OBuraco da Maldade



Desde que resolvi publicar a parte dois do livro “Vestígios da Luz” que tenho feito algumas retificações, ou seja, tive que excluir algumas postagens as quais não mais conferia com o contexto, o tópico,  em que evidenciadas estavam. Como explico no começo da explanação do blog ao afirmar a visão de Jesus em determinadas letras, também alertei que ‘nem tudo o que reluz é ouro’, pois algumas letras que a princípio podem estar atestando o fato, na verdade, pode não estar de fato.  Após a publicação do blog comecei a perceber feedbacks relativos. A primeira mensagem de reação ao blog e o conteúdo nele expresso foi de desaprovação; no sentido de que a aparição de Jesus é algo que tinha que se conservar em segredo, como se fosse algo que viesse a tirar alguma graça, algum mistério de certas pessoas, de certos artistas, principalmente. Claro que antes de evidenciar esse fato eu pensei o suficiente e, pesando, me decidi por sua publicação por considerar fatores positivos que deveriam vir advindos  disso. Falaremos desses fatores adiante. Depois comecei a perceber feedbacks positivos e, claro, fiquei satisfeito. Mas como nem tudo é cem por cento, um ou outro pode revelar-se em relação a isso com objeção e descontentamento numa resposta negativa de modo irado e raivoso e agressivo É compreensível o descontentamento  por parte de uns que são no bojo da explanação evidenciados em seus segredos mais íntimos e às vezes não situados no patamar da visão.  Quando resolvi escrever a parte dois do blog e transformá-lo em livro era porque faltavam fundamentos para legitimar o fato em si. Por exemplo: como se poder ter certeza que a aparição é de Jesus? O que envolve o aparecimento de Jesus ? E assim fui buscando encontrar essas respostas pesquisando mais e mais músicas. Não adianta eu afirmar o fato e não fundamentá-lo numa razão que os sustente. E foi assim que resolvi escrever e publicar a parte dois do livro. Para isso, claro foi necessário me aprofundar e evidenciar segredos incômodos. Em função de segredos incômodos é que vem alguns feedbacks negativos e ameaçadores em relação à publicação do fenômeno.  Mas esse era mesmo o objetivo também: de ter feedbacks e continuando a analisar e comparar letras encontrar falhas e inconsistências e ir atualizando, retificando, corrigindo. Vou dar um exemplo de retificação através de exclusão de uma letra/música por inconsistência: no tópico “À Espera de Jesus”, a música “ Qual É a Sua, Meu Rei ?” foi excluída por inconsistência em relação ao tópico. A música foi posta lá em função dos versos “viva promessa sem data / essa ingenuidade é que mata”. De fato , esperar por Jesus pode ser uma ingenuidade de uma pessoa que tem isso premente em sua alma , em seu coração, apesar de que por ter uma crença de que Jesus vai voltar pessoas se fazem ir por um caminho diferente do proposto e acaba tendo assim , dessa forma, uma vinda de Jesus ; uma vinda pessoal de Jesus. Mas, continuando com a música do irado ‘Marceleza’ , “Qual É a Sua Meu Rei ?” trata da figura de um presidente. E os versos citados acima então e que fundamentaram  a razão de estar, como se falando da promessa de vinda de Jesus, na verdade fica melhor interpretado como as promessas que um presidente faz e não cumpre, já que a letra fala de um presidente. Daí é que essa letra é inconsistente em relação ao tópico em que estava posicionada. Outra letra, em outro tópico foi excluída por causa um feedback do próprio artista dando conta de que ali é uma letra que parece mas não é. Assim , ela foi excluída. Não pretendo aqui ficar prestando conta de toda e qualquer atualização feita no blog/livro. Nem sempre, mas aqui pretendo apenas ressaltar o caráter não definitivo do blog. Quanto à irritação que se pode gerar em uns e outros pela própria natureza do tema em sua profundidade, eu compreendo a reação natural , mas peço também paciência, compreensão, nobreza de alma e colaboração, pois no que falei acima sobre publicar ou não esse assunto e o que pode vir de bom da publicação, entre outros que as pessoas saibam ver o buraco da maldade  e não caiam mais nele. Esse descortinamento  do mal, é claro, pode gerar incômodos aos que foram por seus ardis enganados, mas só mostrando esse mal é que se pode fazer algo para evitar que outros no futura caiam na tentação do mal. Daí que é necessário que haja  paciência, colaboração e nobreza desses assim envolvidos, pois “Vestígios da Luz” se pretende a se evidenciar na verdade contra a maldade. Não há razão de se sentir tanto por ser evidenciado numa situação ou outra no contexto. As almas superiores bem sabem e compreendem que são almas boas , e justamente por serem almas boas foram abordados e tentados pelo mal. Não há motivo para se sentir mal com o conteúdo de ‘Vestígios’ , pois é algo que se pretende para uma vida melhor para pessoas que saberão evitar essa tentação. “Vestígios da Luz” vai contra esse mal no mundo, e talvez no futuro não venha a haver mais “cobaias de Deus” ( Cazuza  ) , nem ‘corpos só feitos para o feitiço do amor’ , nem ‘mundo estranho a segurar pessoas’, nem se precise mais sair pelo mundo em andanças cansativas , já sabendo o que de ruim e de bom vai encontrar nessa andança de procura de não se sabe quem ou o quê , entre outras consequências positivas que a revelação de “Vestígios da Luz” pode gerar para um viver sem tanta dor.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Vestígios da Luz II Liberado para Leitura

Enfim está sendo liberado para leitura o livro "Vestígios da Luz - Parte II" , continuação de Vestígios da Luz , onde se são explorados outros aspectos mais aprofundados que envolvem o fenômeno abordado no livro. O objetivo principal deste trabalho é evidenciar o fenômeno Jesus como um fenômeno real. Quando resolvi elaborar e publicar a segunda parte pensei em também angariar algum valor monetário que usaria para fim artístico próprio; mas claro que tinha em mim de que não poderia estar fazendo algo legal e assim passível de crítica, de questionamento e mesmo de acusação de ilícito. Afinal, eu estava mesmo cobrando por algo cujo conteúdos pertencem a terceiros e sem licença qualquer de uso liberado por parte dos donos desses conteúdos, ainda que eu entre com os comentários pertinentes. Também, a princípio achei que talvez não fizessem caso, pois eu de certa forma os estava também divulgando positivamente, pelo que então poderiam não fazer caso. Mas é um pensamento ingênuo, bobo; há quem já critica, cobra e até agride em função disso. Claro que quando resolvi cobrar algo pelo acesso às informações tinha consciência de que estava a fazer algo que poderia me trazer problemas mesmo judiciais, e esperava de certa forma que isso acontecesse de forma a repercutir na mídia, pois assim se evidenciaria a Luz, como era do meu desejo, porém isso não aconteceu assim. No entanto, a voz da consciência a me cobrar já se faz a determinar que é hora de abrir mão de qualquer que eu pudesse querer vir a ganhar cm isso. Também digo vir a querer ganhar porque nada ganhei com isso. Ninguém mesmo pagou para saber do que havia em Vestígios da Luz II. Eu imaginava que haveria uma grande curiosidade a qual levaria pessoas a pedirem o e-book, o que me beneficiaria em algo e até viria a contento para o investimento artístico que pensava. Na verdade, ninguém se interessou em querer saber porque, como, o que envolve o seu aparecimento. Quando resolvi cobrar pelo acesso à segunda parte do livro eu imaginava que haveria mesmo um interesse tal que me beneficiaria nos planos que eu tinha e imaginava que não me iriam importunar por migalhas, mas claro também que dessas migalhas nem devo fazer questão também. Foi um algo de sonhar em poder fazer o que a gente só pode fazer com algum dinheiro  ( como gravar alguma música , por exemplo ). No entanto, como não houve nenhum interesse de alguém de saber o que há na segunda parte do livro, pagando por isso , eu já pensava mesmo em liberar a leitura sem migalha. Na verdade, crio que para muita gente o que se evidencia neste livro não é novidade para muita gente, não é verdade? Ora, se Jesus já dá o ar da graça desde os seus mais antigos tempos, claro que é um conhecimento que para muitos é comum, não é novidade e por isso a falta de interesse em saber detalhes do fenômeno pois tudo já se sabe, creio. Eu lembro aqui agora que há algum tempo uma TV brasileira anunciava um filme que ia exibir e mostrava a seguinte passagem do filme na publicidade, em que um personagem pergunta para o outro : "Você já encontrou Jesus?" e o outro responde algo como : "encontrar Jesus ?! Não sabia que tinha de encontrar Jesus.". Deste modo, creio não ser mesmo novidade esse encontro. Não é à toa que vem de tempos imemoriais as frases  "Jesus Vive " e "Jesus Salva" ; certamente que se reporta a sua presença em aparições aqui e ali. 
   Bom, agora estou entregando o trabalho sem ônus indevido.  É um livro que estou fechando definitivamente e liberando ao voo enquanto vou cuidar de outras coisas dando prosseguimento à minha jornada. Desculpem então qualquer coisa, agradeço a compreensão, assim como  também agradeço também o puxão de orelha que me fez tomar logo a atitude de liberar o conteúdo alheio sem ônus ! E não deixem de ler " Vestígios da Luz- Parte II". Boa leitura e um abraço !

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

O Escritor Digital

Pessoas inclinadas a versos, escrevem mais seus poemas quando jovens e começam assim a colecionar seus textos, a partir do que então começa a amadurecer a ideia de um livro, e seguindo na prática, mais outros livros. Assim foi que seguia nessa sequência, já com uma certa quantidade de poemas e já idealizando um livro com eles, quando aconteceu o advento da internet.

Certamente que nem todos os escritores vão facilmente cair nas graças do público leitor, fazer sucesso, se tornar celebridade. Nem todos se tornarão um Drummond, um Bandeira, um Quintana, porém, o que move precipuamente alguém a escrever versos não é precisamente fama, sucesso, dinheiro, mas ser lido, ser compreendido, que sua mensagem seja acolhida. Desta forma, mesmo o versejador não se tornando celebridade, isto não o leva a deixar de escrever, pois essa não é a intenção maior dele quando escreve, mas ser lido. Quem escreve quer ser lido. Assim é que, quem tem o gosto de escrever versos, o que é naturalmente inclinado, vai sempre querer escrever e veicular seus poemas em livro, geralmente patrocinado independentemente pelo próprio autor em eventos de lançamento devidamente divulgado na cidade, com direito a cockteil, recital, discurso, apresentação musical, etc., num happening especial, principalmente para o feliz protagonista, pelo seu produto artístico publicado, pelo livro. Hoje em dia vemos menos esse tipo de evento, mas creio que não porque estão menos pessoas se dedicando a escrever versos, mas em função do surgimento da internet, através do qual as pessoas inclinadas podem automaticamente publicar seus versos e até fazer seus livros virtuais; seus e-books. O interesse primeiro de quem escreve é ser lido e o que se publica na internet, em blog, em site, em e-book, etc., sempre estará disponível para pessoas que se agradam desse tipo de leitura.

Desta forma, a minha tendência natural, como escritor de versos, já com coleções de poemas idealizados em livros, seria então providenciar o fechamento desses poemas em livros, organizando lançamentos com tudo o que se tem direito e convidando toda a cidade através da mídia especializada. Porém com o surgimento da internet, foi que eu resolvi que seria justamente através da internet que eu iria divulgar meus poemas e até confeccionar e divulgar meus livros. E então, assim tenho feito desde então. Publico meus versos na net; esses poemas acabam por tornarem-se em, livros, que também são publicados e divulgados na internet. Tornei-me um escritor virtual, um escritor internético, um escritor digital.

Textos publicados virtualmente contam com uma possibilidade que não há facilmente na publicação impressa, que é a possibilidade de atualização de um texto já lançado. Um escritor, que depois de publicado na net um texto, e que depois vê que nele bem cabe alguma retificação, ratificação, aperfeiçoamento, etc., pode simplesmente fazer as atualizações que lhe convier. Aliás, essa é a grande vantagem do escritor digital: a possibilidade de atualizar seu texto, podendo ainda aperfeiçoar ao máximo, otimizando o seu produto artístico o quanto lhe for possível refletir do melhor modo a imagem idealizada. Não há nenhum problema em reconsiderar coisa ou outra por uma justa fidelidade ao concebido como mensagem. Na verdade, quando resolvi que iria publicar meus textos pela net, achei também que isso me traria a mais a possibilidade de ter um feedback do texto publicado de todo modo. Não falo aqui de alguma crítica ou comentário de algum leitor, que também pode vir a ser um importante feedback, mas um feedback através de ler o próprio texto, mas aí, publicado, já lendo também com o olhar de outros leitores, para poder perceber melhor alguma uma ou outra possibilidade de melhora no texto aqui e ali, um detalhe ou outro, um melhor arestamento, que remete o texto a um upgrade.

Às vezes, de um texto publicado, se muda também toda sua estrutura, ou mesmo o seu viés ; o modo como a temática é abordada. Não há desta forma problema algum em revisar algum texto já publicado; isso já é parte inerente do escritor digital; assim, atualizar textos na internet faz parte do meu compromisso e da minha proposta.

Essa tal atualização de texto, por uma mais coerente confecção em relação ao que se quer de fato expressar, pode acontecer bem mais em relação a textos que estão publicados nos meus blogs de versos, mas não nos livros virtuais, quer dizer, nos textos que já estão inseridos na ideia de um livro. É muito difícil que eu venha a proceder uma mudança em algum texto que esteja já inserido na ideia de um livro; só em alguma especial ocasião. Uma ocasião especial em que penso fazer uma releitura dos textos que estão em livro, será quando for completar esses livros com o ISBN e com a apresentação. Nesse caso, quando o livro será relançado com sua apresentação e ISBN, aí valerá uma nova leitura por aperfeiçoamento. Tudo o que foi publicado em livro, foi devidamente aprovado pelo controle de qualidade – não tão rígido – diga-se de passagem, desse escritorzinho de sonho, aproveitando a onda da internet para se manifestar em sua arte. Assim é que eu tenho trabalhado em aperfeiçoar alguns textos já publicados em blogs, mas não em livros. O que foi já publicado em livro foi avaliado, pensado , lido e relido e não apresenta assim grande possibilidade de ainda caber alguma atualização.

Como visto acima, não há nenhum problema em atualizar um texto publicado na internet, porém, devo dizer também, essas atualizações têm ocorrido alguns casos nas letras, mas não nos poemas; natural. O que não quer dizer que poemas não sejam também passíveis de atualização. Também é certo que o leitor deve ser informado do texto atualizado. O leitor, que já conhece o texto da forma como foi publicado, deve também conhecer o texto atualizado.

Falarei aqui por alto em alguns textos em que tenho procedido atualizações. Por exemplo, do texto “Rumando Para Eldorado”, só ficou o mesmo título, pois o texto foi retrabalhado, inclusive em seu viés e se tornou com seu novo título em “Na Sequência do Gameta”. “Rumando para Eldorado” ganhou um novo texto em torno da temática que o título sugere.

Alguns textos mais estão na mira para sofrerem atualizações; que são “Buraco Negro”, que deve se tornar em “Ângelo Nóvis e o Buraco Negro” e “Tempo Bom” vai se chamar “Bonança” após sua atualização. O texto “À Guerra Eu Vou Que Vou Retado” com o qual até que fiquei satisfeito com o resultado final; porém, após publicá-lo e lê-lo como publicado, “com os outros olhos”, achei que ficará melhor trocando o eu-poético da 1ª pessoa para a 3ª pessoa e inserir imagens como “armadilha”, “batalha”, assim como a palavra “revólver” no texto deverá ser substituída pelo termo badogue, algo mais medieval, como é o próprio clima do texto, que fala talvez de um cavaleiro das “Cruzadas” , pois tem cruz na espada, luta contra “hordas satânicas”, etc. Deste modo “bodoque” vai ficar mais conveniente para compor a figura que ali se protagoniza do que “revolver”, já que se trata de um cavaleiro medieval, uma arma mais rústica é mais apropriada. E por que não mudar a pessoa do texto também? A intenção primeira deste texto é a transmitir de imagens da guerra, e não algo romântico de um eu-poético se anunciando à guerra sua pessoa. Assim, as imagens são evidenciadas pelo texto, pelo viés do texto, na sua missão de serem transmitidas, porém sem o pesar de um “eu” sob o peso das imagens , ou mesmo que seja o grande herói dominador da cena. As imagens da guerra é que são aqui a mensagem principal, e não o ser que na imagem se expõe. Sem o “eu” no texto, este se torna mais leve, menos conflitante, sem prejuízo da reflexão nele proposta: a questão da guerra. O texto assim se faz mais fiel ao que se quer nele de fato transmitir.

Como escritor digital, não vejo problema em atualizar um texto, porém, claro que isso é também de interesse do leitor, que viu aquele texto antes da atualização e deve ser informado da nova atualização naquele texto. Desta forma, na página Hílton no Face estarei informando novas atualizações de textos. Não é algo tão comum e corriqueiro, mas pode acontecer; e acontecendo, na página será anunciada “alguma atualização” para os que acompanham a página e os meus escritos. Coisas de escritor digital.

Um abraço.

Hílton

  

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Quem Sou Eu




Meu nome é Hílton , sou baiano , soteropolitano , aprendi  a ler e escrever ainda muito cedo e já muito cedo tomei  gosto pela leitura. Desde a infância até completar meu crescimento li desde revistas em quadrinhos às centenas até histórias de Monteiro Lobato; desde livrinhos de bolso de farwest e espionagem a fotonovelas; desde nomes da literatura nacional e internacional a livros de não ficção das mais variadas abordagens; de livros religiosos a alguns clássicos. Fiz meus estudos regulares em escolas públicas estaduais de Salvador.  Comecei a escrever por ócio, após ter concluído o curso médio e me situar naquela fase entre o final do curso médio e o início do primeiro emprego e/ou faculdade. Sempre me chamara a atenção nos livros didáticos de Português o texto  estruturado em versos , tanto visualmente quanto pela mensagem , geralmente em poucas palavras mas de mensagem muitas vezes de grande dimensão a lhe fazer pensar , imaginar , contemplar; além das rimas, é claro , que divertiam a leitura.  Desta forma, ao concluir o Curso Médio , nas páginas em branco sobradas dos cadernos passei a elaborar meus primeiros versos , os quais eram anda incipientes e sem profundidade. Apenas meus primeiros exercícios de versar. Não possuo nenhum escrito desses tempos.   Fiz o curso básico de Inglês na ACBEU , sempre por Bolsa.  Trabalhei como Agente de Serviços de Saúde para a Secretaria de Educação do Estado da Bahia. Concluí o curso de Letras na Universidade Católica de Salvador. Durante o curso de Letras , na Faculdade , gostava de expor meus textos em murais e já recebia alguns elogios e causava impressões. Tive alguns textos publicados pelos informativos publicados pelo Diretório Acadêmico no tempo em que cursei.  Não era muito de recitar , apesar de gostar de eventos poéticos e saraus , mas tinha uma timidez que me impedia de me manifestar em público. Mas gostava de apreciar os Poetas da Praça na Praça da Piedade se manifestarem. Cursei pós-graduação  em Oficina Literária no Departamento de Letras da UFRJ, porém não concluiu ( quando de uma greve na Universidade , resolvi dar um pulo em Salvador para retornar para o curso após a greve. Porém a greve acabou e não retornei para o curso. Salvador me segurara mais uma vez.   Mas ainda sairia de Salvador numa viagem de aventura, com mochila e saco de dormir, por estradas em caminhadas ; viagens de procuras e descobertas,  que em muito concorreram para o meu crescimento como pessoa e como escritor. Após tais viagens de profundas vivências é que definitivamente retornei a Salvador, pronto para contar histórias. Hoje sou professor  na Secretaria de Educação do  Estado  da Bahia. Publico em versos e prosas em sites que divulgo via redes sociais na internet. Aqui, apresento os livros virtuais que que tenho até então produzido e que podem ser adquiridos em e-books ou mesmo impressos pela Bookess ,editora virtual através da qual os viabilizo. Boa leitura ! Um abraço !

Hílton

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

MEUS MEMORÁVEIS TEMPOS DO HALLEY E OUTROS VERSOS







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http://www.bookess.com/read/24802-meus-memoraveis-tempos-do-halley-e-outros-versos/


sexta-feira, 24 de abril de 2015

ILUMINAÇÃO

                                                                  
                                                                   Impresso ou e-book :